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Bispo católico diz que “homossexualidade é dom de Deus” e gera polêmica na igreja Membros de uma página de católicos no Facebook estão se organizando para denunciarem o bispo à Nunciatura Apostólica do Brasil

No sermão do último domingo (30) o bispo de Caicó, Rio Grande do Norte, Dom Antônio Carlos Cruz Santos, falou sobre homossexualidade e fez uma declaração que tem gerado polêmica não apenas nas redes sociais, mas dentro da própria igreja.
Santos declarou que homossexualidade não é opção, mas orientação e que é um dom dado por Deus. “Na perspectiva da fé quando a gente olha pra homossexualidade, a gente não pode dizer que é opção. Opção é uma coisa que livremente você escolhe e orientação ninguém escolhe… Escolha vai ser a maneira como você vai viver a sua orientação… Se não é escolha, se não é doença, na perspectiva da fé, só pode ser um dom. É dado por Deus. Dom é isso: é dado por Deus”.Contrariando o que diz a Bíblia e o Catecismo, o religioso defendeu a prática homossexual e chamou os discordantes de “preconceituosos”. Ainda no discurso, o religioso falou que é preciso vencer esse preconceito da mesma forma como foi vencido o preconceito contra negros durante a escravidão.A Igreja Católica ensina o seguinte sobre a prática homossexual no Catecismo, parágrafos 2357-2359: As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Quem tem tendência homossexual deve, pois, seguir o ensinamento de Cristo a todos: ‘Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz, cada dia, e siga-me’ (Lc 9, 23). Só abraçando a Cruz e entregando-se por amor a Cristo, é possível caminhar para a ressurreição”.
Cientes disso, católicos começam a se posicionar pelas redes sociais para denunciarem o bispo à Nunciatura Apostólica do Brasil.
Assista:
FONTE:http://www.jmnoticia.com.br

Carnaval não terá mais verba pública. Se você apoia, assine e compartilhe!

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Em um país no qual os serviços básicos que devem ser prestados à população, como saúde, educação e segurança, são precários e insucientes, é irracional e injusto que as verbas públicas, oriundas dos impostos da população, nanciem festas para criar um circo e distrair o povo. As festas devem ser nanciadas por aqueles que delas participarem e o dinheiro público inicialmente usado para nanciar estes eventos deve ser transferido para serviços à população. CAMPANHA NACIONAL. SE VOCÊ APOIA, COMPARTILHE! 
FONTE:http://juntospelobrasil.com

Ingenuidade virtual ou vigarice mesmo?!

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Esse Leonardo Boff é um pelego safado e sem nenhum senso de responsabilidade...não foi a toa que foi excomungado pelo então Cardeal Joseph Aloisius Ratzinger, Congregação para a Doutrina da Fé, em razão de suas teses ligadas à Teologia da Libertação... À época, Boff foi obrigado a sentar-se na mesma cadeira que Galileu Galilei sentou 400 anos antes. E escutou de Ratzinger as seguintes palavras: “Eu conheço o Brasil, aquilo que vocês fazem nas Comunidades Eclesiais de Base não é verdade, o Brasil não tem a pobreza que vocês imaginam, isso é a construção da leitura sociológica, ideológica, que a vertente marxista faz. Vocês estão transformando as Comunidades Eclesiais de Base em células marxistas”.
FONTE:https://www.facebook.com/socialistadeiphone/photos/a.637968492989993.1073741828.637896092997233/1369047179882117/?type=3&theater

Antes de Lula doar refinarias para a Bolívia, Petrobras investiu US$ 1,5 bilhão no país

   Evo-y-Lula-da-Silva
Lula confessou que Evo Morales pediu autorização para tomar as refinarias da Petrobras antes de tomar posse como presidente da Bolívia. Um crime premeditado.
“Ao lado do segundo homem na cadeia de comando da Bolívia (Álvaro García Linera), Lula revelou que foi consultado por Evo Morales, então candidato a presidente do país vizinho, sobre a possibilidade de estatizar as plantas da Petrobrás em território boliviano.
“O Evo me perguntou: ‘como vocês ficarão se nós nacionalizarmos a Petrobrás‘. Respondi: ‘o gás é de vocês‘. E foi assim que nos comportamos” disse Lula.”
Em 2007, o G1 fez um levantamento dos investimentos da Petrobras na Bolívia, na época, a empresa respondia por impressionantes 18% do PIB do país.
Conheça, passo a passo, a história da Petrobras na Bolívia
Empresa investiu mais de US$ 1,5 bilhão no país desde 1994. 
Antes da nacionalização, Petrobras respondia por 18% do PIB boliviano.
1991
O primeiro passo para a entrada da Petrobras no mercado boliviano foi a assinatura da Carta de Intenção de Integração Energética Bolívia-Brasil. A Petrobras começou a prospectar a possibilidade de explorar as reservas de gás natural na Bolívia.
 1994
A Petrobras começa a investir mais pesadamente na Bolívia e a procurar fontes de gás natural nas montanhas bolivianas. Desde 1994, a Petrobras investiu US$ 1,5 bilhão no país, tornando-se a maior companhia em território boliviano e respondendo por 20% dos investimentos no país.
 1995
A subsidiária da empresa brasileira passa a existir oficialmente na Bolívia. A empresa dá os primeiros passos para a operação em toda a cadeia produtiva e comercial do gás (produção, distribuição e venda).
 1996
A empresa começa a operar oficialmente, sob o nome Petrobras Bolívia S.A. (PEB). A PEB e a Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos (YPFB) assinam acordo para a construção do Gasoduto Brasil-Bolívia.
 1997
Começa a construção do gasoduto Brasil-Bolívia, obra com custo total de US$ 8 bilhões, divididos entre o governo da Bolívia e a Petrobras.
 1999
Em dezembro, a Petrobras, em sociedade com a Pérez Companc, adquire as duas maiores refinarias da Bolívia: Guillermo Elder Bell, de Santa Cruz de La Sierra, e Gualberto Villarroel, de Cochabamba, criando uma nova companhia, a Petrobras Bolivia Refinación.
 2000
O gasoduto Brasil-Bolívia fica pronto. O número de funcionários da PEB, com a abertura do setor de refino, aumenta em 800%.
 2001
Com crescente atuação no refino de derivados de petróleo, a Petrobras começa atuar com rede de postos de bandeira própria na Bolívia. Hoje, um quarto dos postos de combustíveis existentes na Bolívia têm a marca Petrobras, e a empresa produz 100% da gasolina e 60% do óleo diesel consumidos pelos bolivianos.
 2002
Evo Morales, líder das comunidades indígenas, usa a nacionalização dos hidrocarbonetos como plataforma na campanha presidencial. Com seu discurso inflamado, ele cresce nas pesquisas de opinião e fica em segundo lugar.
 2005
A participação da empresa do Produto Interno Bruto (PIB) boliviano é de 18%; a empresa responde por 24% dos impostos arrecadados no País. No fim do ano, Evo Morales é eleito presidente da Bolívia.
 2006
Ao tomar posse, Evo Morales avisa que nacionalizará o setor de petróleo no país. Em 1º de maio, o presidente promove a invasão de refinarias da Petrobras; em setembro, o decreto de nacionalização dos hidrocarbonetos é assinado e começa a negociação de ressarcimento da Petrobras.
 2007
Bolívia e Petrobras negociaram, em maio, o valor a ser pago à Petrobras pela nacionalização das refinarias. Embora inicialmente a empresa quisesse US$ 200 milhões pelos ativos, ficou decidido em acordo que o valor de venda seria de US$ 112 milhões. A empresa havia comprado os ativos em 1999, por US$ 104 milhões, tendo investido US$ 30 milhões em melhorias.
Não foi só a tomada das refinarias da Petrobras que lesou o contribuinte brasileiro, o presidente Evo Morales pediu como favor político que Lula desrespeitasse o contrato de fornecimento de gás feito em 1996 e pagasse um “adicional” para indenizar o país vizinho.
Os questionamentos na época foram feitos pelo procurador Júlio Marcelo de Oliveira (que também é responsável pela representação das pedaladas fiscais no TCU). O Brasil pagou impressionantes  US$ 434 milhões para o governo boliviano. Segundo o a Coluna Esplanada do UOL, o “adicional foi um acordo político de aliados: um pedido de Evo para o então presidente Lula, anos atrás, que se formalizou mês passado (09/2014)”.
Em 2009, o BNDES aprovou US$ 332 milhões para a construção de uma estrada na Bolívia, mais da metade das obras foi tocada pela OAS, porém, por conta de protestos indígenas locais, o empreendimento foi suspenso. O governo da Bolívia se negou a pagar os valores recebidos pelo BNDES.
O Brasil também financiou por meio do BNDES o projeto rodoviário boliviano “Hacia El Norte“, orçado em US$ 199 milhões com a Queiroz Galvão como empreiteira responsável.
Em 2011, o Brasil assumiu o compromisso de reformar uma usina térmica brasileira por R$ 60 milhões para doá-la à Bolívia.
No começo deste ano, foi noticiado que o Brasil vai construir na Bolívia uma usina binacional hidrelétrica orçada em R$ 15 bilhões.

fonte:http://reaconaria.org/

Roubar celular poderá ser legalizado pelo STF




  Roubo de celular em Ribeirão Preto




O entendimento do STF é de que um roubo de celular de até R$ 500 cai no princípio da 





insignificância. Na prática, é a legalização do furto.





O STF tem dado jurisprudência para a versão de que o furto de um celular com valor de até R$ 500 cai no princípio da insignificância, quando se entende que o acionamento da Justiça é desproporcional e não compensatório para o crime cometido.
O princípio da insignificância é usado para o caso do roubo famélico – quando o ladrão rouba comida, ou rouba algo ínfimo para se alimentar – ou em casos de somas minúsculas, como o furto de uma caneta. Agora, o entendimento do STF, a mais alta corte do país, é que o furto de celulares de até R$ 500 deve ser enquadrado no mesmo princípio, para “desafogar a Justiça”.
Em reportagem da Record, populares se indignaram com a visão do STF. Seja um celular ou sejam 10 centavos, “é meu”. A população brasileira tem noção do valor da propriedade privada, fruto do trabalho, perante o roubo, fruto da violência e da subtração do trabalho de outrem. Um cria uma riqueza, outro destrói riqueza e trabalho alheio pela violência.
O entendimento do STF aduz uma diferença fundamental entre esquerda e direita. A esquerda presume que a sociedade pode ser ordenada por princípios gerais, “científicos”. Por exemplo, de que um crime de pouca monta não vale a pena ser punido (custa mais caro punir o crime do que o crime em si). A direita, baseada muito mais em costumes, presume construir uma sociedade por costumes testados pelo tempo. O costume de roubar não fará uma boa sociedade. Se o custo da Justiça é mais alto do que o daquilo que foi subtraído pela violência, mesmo que seja um celular, ainda assim é preferível a Justiça.
É o que Frédéric Bastiat, na obra A Lei – Por que a esquerda não funciona, explica sobre o que se vê e o que não se vê: não vemos o custo da Justiça, mas também não vemos que o dinheiro para substituir aquele celular roubado poderia ser usado para algo melhor. É como substituir uma janela quebrada: os vidraceiros existem devido a janelas quebradas, mas nem por isso é útil para a economia quebrar janelas.
Outros pesquisadores a também usarem janelas quebradas como exemplo, que refletem bem o caso do roubo de celulares e da diferença entre teoremas “racionais” ou costumes para construir a sociedade, são George L. Kelling e Catherine Coles, do famoso livro de criminologia Fixing Broken Windows: Restoring Order and Reducing Crime in Our Communities.
Basicamente, a Teoria das Janelas Quebradas diz que se um edifício tem janelas quebradas por vândalos, a tendência é que outros vândalos quebrem mais janelas. A lição óbvia é para consertar os problemas enquanto são pequenos para evitar vandalismo. A lição óbvia, mas nem sempre lembrada, é que um crime que cause algum resultado (nem que seja chocar a sociedade) é imediatamente repetido. Os roubos de celular falam por si.
Ou seja, de que adianta um teorema econômico ou burocrático sobre Justiça, supondo que furtos ou mesmo roubos de celular são de pouca monta, quando isso, por óbvio, vai gerar uma epidemia de roubos de celulares que tornará a vida no Brasil bem mais cara, preocupante, violenta?
Se é para se focar tão somente na economia, vale ainda o que disse nosso colunista Tom Martins:
Você é pobre. Consegue, com muito esforço e sacrifício, comprar um celular baratinho para poder acessar a internet pré-paga de 50MB. Você está na mesa de um bar com seu amigo rico que tem um iPhone 7. Lamentável e coincidentemente, dois bandidos furtam ambos os celulares e são pegos.
O bandido que roubou o iPhone 7 de seu amigo rico será preso por furto; o que roubou o seu Xing Ling será solto na hora, com a ficha limpíssima.
Agradeça aos 8/11 juízes do STF indicados por Lula e Dilma.
Isto tudo para não falar da fundação moral da sociedade, que deveria ser baseada na idéia de trabalho e não-agressão, e não do roubo. É fácil notar a diferença entre uma sociedade de trabalhadores e de gafanhotos. Na prática, o que o STF faz ao tentar julgar casos (não criando leis, mas gerando jurisprudência) de roubo de celulares de até R$ 500 (como se ladrões fossem auferir o valor antes de arrancá-los das mãos de homens, mulheres e crianças por aí), é tão somente uma coisa: legalizar o furto de celulares. É como a Justiça pensa hoje no Brasil.
fonte:http://sensoincomum.org/

Delegado Waldir Apresenta Projeto Para Que Preso Tenha De Pagar Pelo Custo Da Prisão E Pede Ajuda Do Povo Brasileiro

    
O deputado federal Delegado Waldir apresentou o projeto de lei PL-4943, para que os presos trabalhem para cobrir os custos da prisão. Para o deputado, “não é justo que o apenado continue comendo e vivendo à custa da população que produz e paga altos impostos. No Brasil, os gastos com os presos são de R$ 40 mil por ano “em média”, enquanto para um aluno universitário a média é de R$ 15 mil”.  O projeto prevê que o produto da remuneração pelo trabalho do apenado deve atender, entre outros, ao ressarcimento ao Estado das despesas realizadas com a manutenção do condenado, sem prejuízo da destinação para atendimento de despesas pessoais, assistência à família e à indenização dos danos causados pelo crime, desde que determinados judicialmente e não reparados por outros meios. O deputado pede à população apoio para o projeto (Via Gazeta Social)
FONTE:https://www.noticiasbrasilonline.com.br

Padre Léo manda lula pro inferno





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